Reino Unido faz planos para implantar terapias alternativas
De
acordo com o boletim da Medical News Today de 24 de Maio de 2006, alguns
eminentes médicos britânicos estão pedindo ao Príncipe Charles para cancelar
seu apoio às terapias alternativas. A alegação é que seria um desperdício
de tempo e dinheiro com coisas que não possuem evidências concretas.
Príncipe Charles
discorda. Numa conferência realizada em Genebra para a Assembléia de Saúde
Mundial, disse acreditar que as terapias alternativas poderiam se associar à
medicina para que juntas pudessem congregar uma força maior em favor da saúde
mundial. Também se baseou na tradição milenar de terapias que buscam sempre a
harmonia mente e corpo, sendo esta a maneira natural de se reequilibrar a saúde.
No
Brasil, as terapias naturais estão em crescimento. Uma delas, a Bioenergopatia,
ganhou a atenção de artistas como Tânia Alves, que experimentou e aprovou a técnica
baseada na reestruturação bioenergética do corpo. Como ela, várias pessoas têm
encontrado alívio e até mesmo melhora de estados crônicos de doenças que
comumente são tratados com remédios. O terapeuta Geraldo Medeiros Jr.,
fundador da Bioenergopatia e presidente-fundador do Centro de Análises de
Energia Vital, garante que o método visa dinamizar a estrutura energética do
organismo, coisa ainda desconhecida do meio acadêmico tradicional. Medeiros
passou vinte anos de sua vida elaborando experimentos que comprovassem a existência
de energias que vitalizam o complexo orgânico e que são diferentes das
energias conhecidas da física. “O ser humano, para existir, possui uma
estrutura bioenergética que lhe proporciona a vida. Qualquer alteração nesta
estrutura, por exemplo, um estresse prolongado, fará com que as energias
modifiquem seu estado harmônico, prejudicando o organismo”. Explica Geraldo
Medeiros Jr.
“Enquanto
muitos ainda duvidam da existência das bioenergias, nossas pesquisas
que totalizam cerca de 165 experimentos realizados, já registraram
fotograficamente o comportamento delas. Fotos impressionantes evidenciam que as
bioenergias são tangíveis, estão longe de serem consideradas sutis e promovem
movimento no corpo”. – garante Geraldo Medeiros Jr.
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